ECONOMIA PARA O PAÍS, PARA AS EMPRESAS E ATÉ PARA OS RECLAMANTES
Haverá economia para o país, vez que com o crescimento da Justiça do Trabalho o orçamento exigido passou de R$15 bilhões por ano, usados para construção de fóruns, despesas diversas, pagamentos de funcionários e juízes, esses custando algo como R$47 mil por mês, cada um.
As reclamações também tinham um custo para a empresa, certamente superior a R$10 mil cada, relativos a custas, despesas com advogados, funcionários de RH, ida de prepostos e testemunhas às audiências, arquivos e documentos, burocracia. Ou seja, R$2,7 milhões custavam cerca de R$27 bilhões que poderiam ter sido investidos na produção ou em melhores condições de trabalho.
Pode-se de certo modo dizer que também havia custo para o trabalhador: ele paga 30% do que recebe como honorários de seu advogado. Como as reclamações entregavam em a média R$7 mil ao reclamante, isso significa que ele pagava ao advogado R$2,1 mil, e no total, os reclamantes despendiam cerca de R$ 2,67 bilhões.
Era absolutamente irracional. O custo da reclamação, tão só para o Estado, saía mais caro que o valor médio pago ao reclamante.
O maior ganho estará na segurança jurídica que propiciará mais investimentos. O crescimento poderá dobrar os empregos a serem criados pelo estímulo dado por meio das normas da lei. Espera-se ainda menor rotatividade, mais investimento no trabalhador, mais produtividade, competitividade, receita tributária, ganho da massa salarial (mais consumo), inflação menor com mais produtos e melhores preços.
